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	<title>Bagabaga Construções</title>
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	<description>A melhor empresa de construção civil na Guiné-Bissau</description>
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	<title>Bagabaga Construções</title>
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		<title>Promoções De Blocos</title>
		<link>https://bagabaga-gb.com/promocoes-de-blocos-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[bagabaga]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Aug 2020 11:59:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anúncio]]></category>
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					<description><![CDATA[Liquidação Do Stock De Blocos 20,15 E Abobadilhada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Liquidação Do Stock De Blocos 20,15 E Abobadilhada.</p>
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		<item>
		<title>Construtoras portuguesas faturaram mais de 5 mil milhões de euros no exterior em 2017</title>
		<link>https://bagabaga-gb.com/construtoras-portuguesas-faturaram-mais-de-5-mil-milhoes-de-euros-no-exterior-em-2017/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[bagabaga]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Aug 2020 17:34:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[A atividade das empresas de construção portuguesas no mercado internacional aumentou em 2017, invertendo a tendência de declínio verificada nos últimos dois anos. O volume de negócios obtido pelo setor “fora de portas” rondou 5.059 milhões de euros, mais 12% que em 2016. Os dados revelados pela Associação de Empresas de Construção, Obras Públicas e...<a href="https://bagabaga-gb.com/construtoras-portuguesas-faturaram-mais-de-5-mil-milhoes-de-euros-no-exterior-em-2017/" class="epl-more-link">Ler mais&#8594;</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A atividade das empresas de construção portuguesas no mercado internacional aumentou em 2017, invertendo a tendência de declínio verificada nos últimos dois anos. O volume de negócios obtido pelo setor “fora de portas” rondou 5.059 milhões de euros, mais 12% que em 2016.</p>
<p>Os dados revelados pela Associação de Empresas de Construção, Obras Públicas e Serviços (AECOPS) permitem ainda concluir que os mais de cinco mil milhões de euros obtidos pelo setor no estrangeiro representam cerca de 2,6% do PIB, ou seja, mais 0,6% que no ano anterior (2016).</p>
<p>“A carteira de encomendas, por seu turno, atingiu os 5.431 milhões de euros, o que equivale a um acréscimo de 28% face a 2016”, refere a entidade em comunicado.</p>
<p>Segundo a AECOPS, prevê-se “um crescimento global da produção nos mercados internacionais, decorrente do aumento de novos contratos celebrados, sobretudo em África, enquanto na América Central e do Sul, onde se verificou uma quebra da carteira de encomendas, as expetativas são menos favoráveis”.</p>
<p>Sem surpresas, África, que representa 48% do volume de negócios e 75% do total da carteira de encomendas do setor no exterior, continuou a ser o mercado com maior presença de empresas portuguesas – faturaram cerca de 2,4 mil milhões de euros em 2017, mais 12% face a 2016, e a sua carteira de encomendas superou os 4.000 mil milhões de euros, tendo crescido 43% em termos homólogos.</p>
<p>Seguem-se, por esta ordem, a América Central e do Sul, onde o volume de negócios se situou acima dos 2.000 milhões de euros (+22% que em 2016) e a carteira de obras contratada rondou os 908 milhões de euros (-10% que em 2016), e a Europa, onde o volume de negócios cifrou-se nos 526,2 milhões de euros (-3%) e a carteira<br />
de encomendas aumentou 31% para 456,8 milhões de euros.</p>
<p>//idealista</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>DISPONIBILIZADOS €70 MILHÕES PARA REABILITAÇÃO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS</title>
		<link>https://bagabaga-gb.com/disponibilizados-e70-milhoes-para-reabilitacao-e-construcao-de-estradas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[bagabaga]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Aug 2020 17:32:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco de Desenvolvimento da África Ocidental (BOAD) vai disponibilizar 70 milhões de euros para reabilitação e construção de estradas na capital da Guiné-Bissau, além de outros troços no interior do país, anunciou o primeiro-ministro guineense, Aristides Gomes. O chefe do executivo esteve no Togo entre domingo e terça-feira, tendo mantido encontros de trabalho com...<a href="https://bagabaga-gb.com/disponibilizados-e70-milhoes-para-reabilitacao-e-construcao-de-estradas/" class="epl-more-link">Ler mais&#8594;</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco de Desenvolvimento da África Ocidental (BOAD) vai disponibilizar 70 milhões de euros para reabilitação e construção de estradas na capital da Guiné-Bissau, além de outros troços no interior do país, anunciou o primeiro-ministro guineense, Aristides Gomes.</p>
<p>O chefe do executivo esteve no Togo entre domingo e terça-feira, tendo mantido encontros de trabalho com o presidente do banco, Christian Adovelande, com quem disse ter debatido o financiamento de obras de reabilitação das vias urbanas em Bissau e de alguns troços no interior do país.</p>
<p>«O financiamento só será disponibilizado em março de 2019, mas as obras da reabilitação das estradas de Bissau deverão arrancar ainda este ano», assinalou Aristides Gomes, que prevê «uma revolução das condições de circulação na capital».</p>
<p>//Lusa</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Construção precisa de 80 mil operários nos próximos anos</title>
		<link>https://bagabaga-gb.com/construcao-precisa-de-80-mil-operarios-nos-proximos-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[bagabaga]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Aug 2020 17:31:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[Turismo impulsiona reabilitação urbana e já falta mão-de-obra. Patrões e sindicatos pedem mais fiscalização à clandestinidade. construção, depois do colapso dos últimos anos, deu a volta à crise e está já com falta de mão-de-obra – foram criados 23 mil empregos só no primeiro trimestre deste ano, mas vão ser precisos 80 mil trabalhadores no...<a href="https://bagabaga-gb.com/construcao-precisa-de-80-mil-operarios-nos-proximos-anos/" class="epl-more-link">Ler mais&#8594;</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Turismo impulsiona reabilitação urbana e já falta mão-de-obra. Patrões e sindicatos pedem mais fiscalização à clandestinidade.</p>
<p>construção, depois do colapso dos últimos anos, deu a volta à crise e está já com falta de mão-de-obra – foram criados 23 mil empregos só no primeiro trimestre deste ano, mas vão ser precisos 80 mil trabalhadores no espaço de dois a três anos. O setor, que perdeu 200 mil empregos desde 2010, pouco antes da chegada da troika, está a ser impulsionado pelo crescimento do turismo e da reabilitação urbana, muito ligada ao alojamento local.</p>
<p>No ano passado foram licenciados 11 mil novos edifícios e seis mil de reabilitação urbana; em 2014, no pico da crise, tinham sido licenciados apenas 8955 edifícios e a reabilitação de imóveis caiu para um mínimo de 5435 em 2015. E, desde o início deste ano, o índice de produção da construção ainda não parou de crescer, tendo aumentado 1,6% só em abril.</p>
<p>“É preciso criar condições para que os operários que emigraram possam voltar”, designadamente subindo os salários, defende o sindicalista Albano Ribeiro. Reis Campos, presidente da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), concorda, mas lembra que é preciso também combater a clandestinidade. “A perda de 37 mil empresas atirou para o desemprego muitos milhares de pessoas que hoje andam, por aí, a fazer pequenas obras de forma clandestina. É preciso combater essa concorrência desleal, reintegrando os trabalhadores nas empresas.”</p>
<p>Há uma grande dinâmica de reabilitação urbana nos centros históricos de Lisboa e Porto, mas está ainda “muito aquém das necessidades do país”. O último levantamento indicou 1,5 milhões de fogos por reabilitar, dos quais 600 mil a precisar de intervenção urgente. “São 24 mil milhões de euros de investimento, mas é um plano a 20 anos”, lembra Reis Campos. “Se a reabilitação entrar em velocidade de cruzeiro, e com a prioridade que o primeiro-ministro estabeleceu, afetando cinco mil milhões para isso até 2021, precisa- remos de mais 60 mil trabalhadores logo ao fim de um ano.”</p>
<p>Mais e melhor fiscalização é também o que pede o sindicato, que fala em “escravatura moderna” de trabalhadores da Europa de Leste e da América Latina. “Trabalham 16 horas por dia e ganham o salário mínimo”, garante Albano Ribeiro, que exige a intervenção da Polícia Judiciária, da Autoridade para as Condições do Trabalho e da Segurança Social. “Se a construção está a contribuir para o crescimento económico do país, há que o reconhecer e aumentar os salários”, diz Albano Ribeiro. “Um carpinteiro, que cá ganha 557 euros, na Alemanha recebe 3200 euros. Assim não conseguimos que nenhum dos 240 mil operários que saíram do país regressem.”</p>
<p>Ricardo Gomes, presidente da Associação das Empresas de Construção, Obras Públicas e Serviços (AECOPS), nega estes números e acredita que, por força da pressão da procura, os salários irão começar a subir, funcionando como um incentivo para o regresso desses operários. “Terão saído de Portugal 120 a 150 mil trabalhadores da construção. Os que foram para França e para a Suíça é mais difícil regressarem, mas há muitos que estão na Holanda, na Escandinávia e no Reino Unido que não levaram as famílias e que, quando as remunerações começarem a subir, por via da escassez natural, aceitarão voltar.” Por quanto? “São trabalhadores que, em circunstâncias normais, ganham 2500 euros por mês, mas que provavelmente gastam 500 euros para lá estar. Será natural que por 1500 euros já estejam dispostos a regressar.”</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mestre d´Obras, a primeira rede social no sector da construção civil</title>
		<link>https://bagabaga-gb.com/mestre-dobras-a-primeira-rede-social-no-sector-da-construcao-civil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[bagabaga]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Aug 2020 17:30:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[A plataforma foi remodelada com o apoio do programa Portugal 2020 e “ganhou outra vida”. Já há planos de internacionalização para Espanha e França. primeira rede social portuguesa no sector da construção civil, a Mestre d”Obras, lançada no início do ano em período de teste, está agora completamente operacional e já há planos de internacionalização...<a href="https://bagabaga-gb.com/mestre-dobras-a-primeira-rede-social-no-sector-da-construcao-civil/" class="epl-more-link">Ler mais&#8594;</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A plataforma foi remodelada com o apoio do programa Portugal 2020 e “ganhou outra vida”. Já há planos de internacionalização para Espanha e França.</p>
<p>primeira rede social portuguesa no sector da construção civil, a Mestre d”Obras, lançada no início do ano em período de teste, está agora completamente operacional e já há planos de internacionalização para Espanha e França. São já 1500 as empresas associadas, com a Sanitana, a Rocca, a Barbot e a Titan entre as marcas parceiras.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Querem obras nas escolas para impedir emigração de 10 mil</title>
		<link>https://bagabaga-gb.com/querem-obras-nas-escolas-para-impedir-emigracao-de-10-mil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[bagabaga]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Aug 2020 17:28:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[Sindicato da construção fez as contas: há 200 escolas a precisar de obras. Se estas forem feitas, são criados 10 mil postos de trabalho. sindicato da construção apelou hoje ao ministro da Educação para que avance com obras em cerca de 200 escolas degradadas em todo o país para evitar a emigração de 10 mil...<a href="https://bagabaga-gb.com/querem-obras-nas-escolas-para-impedir-emigracao-de-10-mil/" class="epl-more-link">Ler mais&#8594;</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sindicato da construção fez as contas: há 200 escolas a precisar de obras. Se estas forem feitas, são criados 10 mil postos de trabalho.</p>
<p>sindicato da construção apelou hoje ao ministro da Educação para que avance com obras em cerca de 200 escolas degradadas em todo o país para evitar a emigração de 10 mil trabalhadores da construção civil.</p>
<p>“Quem ensina, quem aprende e quem auxilia tem que ter condições iguais em todo o país e não se verifica isso em cerca de 200 escolas. Têm que ser intervencionadas 200 escolas. Isso a ser materializado cria cerca de 10 mil postos de trabalho, são 10 mil trabalhadores da construção que não vão para fora do país, que não deixam a sua família”, disse aos jornalistas Albano Ribeiro, presidente do Sindicato da Construção de Portugal, numa conferência de imprensa em frente ao Ministério da Educação, em Lisboa.</p>
<p>Com um conjunto de fotografias expostas atrás de si, colocadas em cavaletes, representativas do estado de degradação de algumas escolas, como o caso da Alexandre Herculano no Porto ou José Falcão em Coimbra, Albano Ribeiro disse que centenas de estabelecimentos no país estão “nos cuidados intensivos”: “Ou seja, se não forem intervencionadas rapidamente vão cair”.</p>
<p>O sindicalista criticou o facto de só hoje ter recebido resposta a um pedido de audiência remetido ao Ministério de Tiago Brandão Rodrigues pelo gabinete do primeiro-ministro em janeiro, e recusou que o sindicato seja recebido por um adjunto do ministro.</p>
<p>“Tenho respeito a todas as pessoas que trabalham aqui dentro, da menos qualificada à mais qualificada, mas este é um problema sério demais para sermos recebidos pelo senhor adjunto”, disse Albano Ribeiro”.</p>
<p>O sindicalista defende uma mobilização conjunta com os sindicatos de professores e com os sindicatos da função pública, uma vez que em causa está também a degradação das condições de trabalho.</p>
<p>“Isto é uma luta que vamos levar até ao fim. O setor da construção atravessa a pior crise de sempre e muitos professores e alunos têm as piores condições de sempre. O senhor primeiro-ministro foi sensível quando solicitámos a audiência, o ministro da Educação é que está a ser de uma grande insensibilidade, mas acredito que a situação se vai alterar e a curto-prazo”, disse Albano Ribeiro, que acredita no avanço das obras, “porque é inevitável” que elas aconteçam.</p>
<p>A 14 de março Tiago Brandão Rodrigues avançou no parlamento que a tutela já chegou a acordo com centenas de autarquias, havendo 142 intervenções em escolas de mais de 100 municípios já aprovadas, que representam um total de 175 milhões de euros.</p>
<p>As obras anunciadas em 200 escolas vão, no entanto, chegar a 150 municípios, adiantou na altura o ministro da Educação.</p>
<p>De acordo com dados da tutela, as obras em escolas a realizar em parceira com os municípios — que partilham com o Estado o custo da contrapartida nacional ao financiamento comunitário — devem totalizar 200 intervenções em escolas do 2.º e 3.º ciclo e do ensino secundário, com um custo estimado de 200 milhões de euros.</p>
<p>Estas obras, em parceria com os municípios acontecem ao abrigo dos Pactos para o Desenvolvimento e Coesão Territorial celebrados no âmbito do Acordo de Parceria Portugal 2020.</p>
<p>Ainda segundo o Ministério da Educação, no âmbito do quadro comunitário Portugal 2020 as autarquias vão avançar com obras em estabelecimentos do pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico, num total de 300 intervenções com um custo estimado de 120 milhões de euros.</p>
<p>No total, o Governo prevê que sejam gastos 320 milhões de euros em 500 intervenções nas escolas no âmbito do programa Portugal 2020.</p>
<p>As portarias de extensão de encargos têm sido publicadas em Diário da República à medida que os acordos com as autarquias são assinados.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>AUTORIDADES GARANTEM «MAIOR SEGURANÇA» NO ÚNICO AEROPORTO INTERNACIONAL DO PAÍS</title>
		<link>https://bagabaga-gb.com/autoridades-garantem-maior-seguranca-no-unico-aeroporto-internacional-do-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[bagabaga]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Aug 2020 17:27:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do conselho de administração da agência de aviação civil da Guiné-Bissau, Otna Na Doha, garantiu hoje estarem em curso medidas para estabelecer «maior e melhor segurança» no único aeroporto internacional do país, alvo de reparos internacionais. Em diversas ocasiões nos últimos meses, a Organização da Aviação Civil Internacional (OACI) chamou a atenção das...<a href="https://bagabaga-gb.com/autoridades-garantem-maior-seguranca-no-unico-aeroporto-internacional-do-pais/" class="epl-more-link">Ler mais&#8594;</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do conselho de administração da agência de aviação civil da Guiné-Bissau, Otna Na Doha, garantiu hoje estarem em curso medidas para estabelecer «maior e melhor segurança» no único aeroporto internacional do país, alvo de reparos internacionais.</p>
<p>Em diversas ocasiões nos últimos meses, a Organização da Aviação Civil Internacional (OACI) chamou a atenção das autoridades guineenses para a necessidade de serem adotadas medidas urgentes que garantissem segurança no aeroporto, sob pena de lhe ser retirado o estatuto internacional.</p>
<p>Uma das medidas exigidas pela OACI é a adoção de um novo código aéreo, já que o existente no país é considerado caduco, por ser dos anos de 1980, assinalou hoje o presidente do conselho de administração da agência de aviação civil.</p>
<p>«Já adotámos um novo código aéreo, faltando apenas que seja aprovado no parlamento, o que vai acontecer ainda este mês», disse Otna Na Doha.</p>
<p>No cargo há duas semanas, Na Doha disse ter constatado e proposto medidas corretivas no aeroporto Osvaldo Vieira, nomeadamente acabar com a entrada descontrolada de pessoas em zonas regulamentadas, prática de cultivo no perímetro do aeroporto e ainda melhoramento da pista.</p>
<p>No início do ano algumas companhias aéreas ameaçaram parar de voar para Bissau devido ao mau estado da pista de aterragem.</p>
<p>O cultivo no perímetro do aeroporto é considerado pela OACI como perigoso por atrair pássaros que dificultam a navegação aérea.</p>
<p>Otna Na Doha afirmou também que serão tomadas medidas em relação às cinco casas construídas, por populares, no perímetro do aeroporto e que as autoridades internacionais exigem a sua demolição.</p>
<p>O presidente do conselho de administração da agência de aviação civil guineense anunciou a recuperação de três aparelhos de raio X que se encontravam avariados para destacar que «a partir de hoje há melhorias no aeroporto» de Bissau.</p>
<p>O responsável admitiu que «existem situações» que poderiam levar a que ao aeroporto fosse retirado o estatuto internacional, mas com as medidas em curso «isso não acontecerá», garantiu.</p>
<p>«O nosso aeroporto até hoje tem estatuto de aeroporto internacional. Não está em nenhuma lista negra», observou Otna Na Doha.</p>
<p>A maioria das estradas da Guiné-Bissau encontra-se em avançado estado de degradação, agravada pela época das chuvas, entre maio e novembro.</p>
<p>//LUSA</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Desinteresse dos jovens ameaça construção em Portugal no prazo de uma década</title>
		<link>https://bagabaga-gb.com/desinteresse-dos-jovens-ameaca-construcao-em-portugal-no-prazo-de-uma-decada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[bagabaga]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Aug 2020 17:26:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[Além da falta de profissionais, o presidente do sindicato do setor diz que pode ficar comprometida a qualidade da construção, já que os trabalhadores ao serviço têm agora mais de 55 anos. construção civil, a restauração e o turismo vivem realidades diferentes em Portugal entre os jovens que querem trabalhar, com o primeiro setor a...<a href="https://bagabaga-gb.com/desinteresse-dos-jovens-ameaca-construcao-em-portugal-no-prazo-de-uma-decada/" class="epl-more-link">Ler mais&#8594;</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Além da falta de profissionais, o presidente do sindicato do setor diz que pode ficar comprometida a qualidade da construção, já que os trabalhadores ao serviço têm agora mais de 55 anos.</p>
<p>construção civil, a restauração e o turismo vivem realidades diferentes em Portugal entre os jovens que querem trabalhar, com o primeiro setor a sofrer do desinteresse e os outros marcados pela forte procura que começa nas faculdades.</p>
<p>Mola de grande parte da emigração portuguesa na segunda metade do século XX, a construção civil vive hoje em Portugal um cenário com horizontes que fazem temer pelo seu futuro, disse à Lusa o presidente do Sindicato de Construção de Portugal, Albano Ribeiro.</p>
<p>Argumentando que o setor “está envelhecido” porque “não há gente nova a chegar à profissão”, o sindicalista teme que no prazo de uma década “a qualidade do se vai fazer em Portugal seja penalizada”, explicando serem hoje em dia os trabalhadores “com mais de 55 anos” aqueles que estão a garantir a boa construção.</p>
<p>“O Instituto do Emprego e Formação Profissional deveria repensar a questão da formação profissional”, disse, defendendo que as primeiras noções sobre a profissão “deveriam surgir no primeiro ciclo” escolar, sendo mais tarde complementadas em escolas técnicas.</p>
<p>O presidente da Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas e Serviços (AECOPS), Ricardo Pedrosa Gomes, partilha da opinião sobre o desinteresse dos jovens que vêm a profissão “como um último recurso e não como uma carreira”.</p>
<p>“O setor da construção perdeu atratividade porque a remuneração, superior à de outras atividades económicas, como a restauração e a hotelaria, não compensa, face a essas outras atividades, a referida exigência física e mobilidade geográfica inerentes ao setor”, explicou.</p>
<p>Ricardo Pedrosa Gomes admitiu o recurso a trabalhadores imigrantes no espaço de uma década pelo desinteresse dos portugueses em voltar ao país e defendeu que a “quantidade necessária de trabalhadores poderá e deverá ser reduzida” através do recurso a “novos métodos construtivos, com maior utilização de tecnologias digitais e de novos materiais”.</p>
<p>Em contraponto, no turismo e na restauração o apelo funciona, há muitos cursos a formar jovens mas, uma vez no mercado de trabalho, a realidade “é muito difícil de suportar”, explica o dirigente do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte, Francisco Figueiredo.</p>
<p>“Apesar de haver cada vez mais gente a querer trabalhar no setor, nunca como hoje as condições foram tão más”, disse à Lusa o sindicalista, afirmando que jovens “deixam de ter vida familiar e pessoal porque, por exemplo, em alguns hotéis, os horários são fixados semanalmente”.</p>
<p>Essa imprevisibilidade nos horários da restauração, por exemplo, “faz com que a regra geral seja dez horas de trabalho”, o que se traduz em que “ninguém esteja a cumprir a tabela salarial”, acusou o sindicalista.</p>
<p>Reconhecendo o problema da imprevisibilidade de horários e de manutenção dos jovens, a Associação Portuguesa de Hotelaria Restauração e Turismo (APHORT) entende que “uma maior procura por cursos profissionais do setor não significa necessariamente que exista essa escolha profissional”.</p>
<p>Segundo o diretor executivo, António Condé Pinto, as escolas “oferecem muitas oportunidades no estrangeiro e, cada vez mais, os jovens optam por aproveitar essas oportunidades”, num conflito de interesses onde também entra o autoemprego, que “agrava ainda mais a ‘falta de pessoal’ sentida”.</p>
<p>Considerando não existir uma “solução única para o problema”, para o responsável “o setor terá de aprender a trabalhar desta forma”, com cada empresa, conforme as circunstâncias, a ter de “procurar a melhor solução para o seu negócio”.</p>
<p>A simplificação dos serviços, menos horas de funcionamento e flexibilidade dos horários de trabalho foram soluções apontadas pelo dirigente associativo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>PROMOÇÃO DA ECONOMIA CRIATIVA</title>
		<link>https://bagabaga-gb.com/promocao-da-economia-criativa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[bagabaga]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Aug 2020 17:24:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[1º pedra do Centro Cultural de Bandim. Foi no passado dia 11-02-2019 que, em cerimónia festiva, foi colocada a 1º pedra do futuro Centro Cultural de Bandim. Depois da construção de Centros Culturais nos bairros de Quelelé e Enterramento (já em atividade) e do Centro Cultural de Plack II (ainda em construção), Bandim será o...<a href="https://bagabaga-gb.com/promocao-da-economia-criativa/" class="epl-more-link">Ler mais&#8594;</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>1º pedra do Centro Cultural de Bandim.</p>
<p>Foi no passado dia 11-02-2019 que, em cerimónia festiva, foi colocada a 1º pedra do futuro Centro Cultural de Bandim.</p>
<p>Depois da construção de Centros Culturais nos bairros de Quelelé e Enterramento (já em atividade) e do Centro Cultural de Plack II (ainda em construção), Bandim será o 4º bairro de Bissau beneficiar da construção de um Centro Cultural no âmbito do projeto Promoção da Economia Criativa.</p>
<p>O projecto é Implementado pela ADPP Guiné-Bissau em parceria com o Grupo Cultural Netos de Bandim e a Associação Ussoforal e é financiado pela União Europeia.</p>
<p>Com:<br />
União Europeia na Guiné-Bissau<br />
Netos de Bandim<br />
USSOFORAL</p>
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		<title>PR LANÇA PEDRA PARA CONSTRUÇÃO DO POSTO DE INTERCONEXÃO DA ENERGIA DA OMVG</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Aug 2020 17:23:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Chefe de Estado da Guiné-Bissau, José Mário Vaz presidiu esta segunda-feira, 04 de março de 2019, ao lançamento da primeira pedra para a construção do primeiro posto interconexão das redes elétricas em Saltinho, região do TOMBALI, no âmbito do Projeto da Energia da Organização para Valorização do Rio Gâmbia (OMVG). O evento de lançamento...<a href="https://bagabaga-gb.com/pr-lanca-pedra-para-construcao-do-posto-de-interconexao-da-energia-da-omvg/" class="epl-more-link">Ler mais&#8594;</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Chefe de Estado da Guiné-Bissau, José Mário Vaz presidiu esta segunda-feira, 04 de março de 2019, ao lançamento da primeira pedra para a construção do primeiro posto interconexão das redes elétricas em Saltinho, região do TOMBALI, no âmbito do Projeto da Energia da Organização para Valorização do Rio Gâmbia (OMVG).</p>
<p>O evento de lançamento da primeira pedra, trata-se do arranque oficial do projeto do fornecimento de energia elétrica das barragens de Kaleta (Guiné-Conacri) e Sambangalou (que será brevemente construída), ato esse que já teve lugar nos outros estados membros da OMVG.</p>
<p>No seu discurso de lançamento das obras de construção do posto da energia, José Mário Vaz revela que a realização da subestação de Saltinho oferece ao país a oportunidade de conectar os sistemas de distribuição de eletricidade com vista ao desencravamento energético das regiões, setores e comunidades rurais.</p>
<p>O Presidente guineense reitera o seu firme engajamento ao lado dos meus homólogos e do Alto Comissariado em continuar a dar a sua contribuição para a resolução dos problemas energéticos da sub-região.</p>
<p>A OMVG tem como objetivo cimeiros criar condições para gestão durável dos recursos hídricos e outros conexos. Essa gigantesca obra energética em construção emana do seu plano diretor que irá proporcionar aos estados membros a resolução dos aspetos da produção e comercialização da energia na sub-região.</p>
<p>Neste sentido, Mário Vaz encorajou aos atores implicados na realização do projeto, que num prazo relativamente curto, tornou possível a organização desta cerimónia do arranque dos trabalhos desse gigantesco projeto integrador na sub-região.</p>
<p>“Aproveito ainda, para exortar ao Alto Comissariado no sentido de redobrarem esforços e em sinergia com os Conselheiros Técnicos e as empresas responsáveis pela execução dos trabalhos a respeitarem os prazos contratualmente fixados”, declarou Vaz.</p>
<p>Na Guiné-Bissau vão ser construídas 218 kms de linha de interconexão de alta tensão passando pelas localidades de Saltinho, Bambadinca, Mansoa e Bissau. Respetivos postos de transformação nas mesmas localidades.</p>
<p>De acordo com informações disponíveis, a linha de transportes de eletricidade é 225 KV em laço, equipa de 36 pares de fibra optica. 1.677 km dos 183 na Gambia, 575 km na Guiné-Conacri, 218 km na Guiné-Bissau e 701 km no Senegal.</p>
<p>A OMVG é uma instituição sub-regional que reúne quatro países membros, Gambia, Guiné-Bissau, Guiné-Conacri e Senegal. O Alto Comissario da OMVG é o órgão de execução dos projetos e programas de desenvolvimento integrado implementando pelos quatro países membros para uma exploração racional e harmoniosa dos recursos hidrelétricos comuns das bacias dos rios Gambia, Kayanga Geba e Koliba-Corubal.</p>
<p>Por: Alison Cabral<br />
Rádio Jovem Bissau</p>
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